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11 ferramentas gratuitas para testar a velocidade dos sites

Além de outros fatores, a velocidade de um site é muito importante para o seu sucesso. Os sites que carregam mais rápido, têm melhores classificações SEO por isso, é importante testar a sua velocidade para aparecem nas primeiras pesquisas do Google.

Além disso, se o site for mais rápido consegue ter taxas de conversão mais altas e taxas de rejeição mais baixas. Basicamente, a velocidade de um site aumenta o tempo que o utilizador passa nele e melhora a sua experiência geral e a sua relação com a própria marca.

É por isso importante utilizar as muitas ferramentas gratuitas de teste de velocidade de sites que existem atualmente disponíveis para conseguir um desempenho ideal. Lembre-se que o algoritmo de classificação do Google avalia e classifica o seu site de acordo com o seu tempo de carregamento. O ideal é que o seu site carregue em menos de um segundo.

 

O que consegue analisar com um teste de velocidade?

Listamos a seguir algumas das coisas que pode analisar com um teste de velocidade ao seu site:

  • Identificar as funcionalidades mais lentas;
  • Confirmar se todos os scripts estão minimizados;
  • Determinar se certas imagens precisam de ser compactadas;
  • Detetar o JavaScript ou CSS que bloqueia a renderização;
  • Verificar o tempo de apresentação do primeiro byte (TTFB);
  • Medir o tempo total de carregamento;
  • Verificar o tamanho das páginas;
  • Contar o número de solicitações;
  • Medir a velocidade de carregamento em vários países;
  • Testar a velocidade em diferentes navegadores;
  • Analisar os cabeçalhos HTTP;
  • Medir o desempenho e testar o serviço CDN.

 

Quais os parâmetros dos testes de velocidade

Antes de começarmos a testar a velocidade de um site, é importante conhecer antes alguns dos principais conceitos por de trás dessas ferramentas de teste. Servirão sobretudo para conseguirmos analisar melhor os dados antes de fazermos qualquer tipo de otimização ao nosso site. Pode, por exemplo, pensar que testa a velocidade do servidor de alojamento, mas na realidade mede o desempenho do serviço CDN.

 

1 – Tempo até ao primeiro byte (TTFB)

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O tempo até o primeiro byte (TTFB) traduz-se basicamente na capacidade de resposta de um servidor de alojamento web. Ou seja, é o tempo que o seu navegador demora até começar a receber informações do servidor depois do utilizador as “pedir” com um clique num link. Ao utilizar um sistema ou serviço CDN, consegue reduzir significativamente o impacto que têm essas consultas ao servidor de alojamento, o que faz com que o tempo até ao primeiro byte TTFB diminua consideravelmente.

 

2 – Bloqueio de renderização

O bloqueio de renderização refere-se sobretudo ao código JavaScript e CSS que, muitas vezes, impedem que a sua página carregue mais rápido.

 

JavaScript

O Google recomenda aos desenvolvedores de websites a remoção ou o adiar do carregamento dos ficheiros JavaScript. Isto porque normalmente interferem bastante na velocidade de carregamento do conteúdo que está no topo das páginas web.

Quando não é possível remover o código JavaScript deve-se adiar o seu carregamento. Mostramos a seguir uma das formas mais corretas de o fazer.

Basicamente, deve colocar o seu conteúdo JavaScript num ficheiro separado do resto do seu site. O sistema HTML5 já oferece uma maneira fácil de “adiar” o código JavaScript. Ou seja, só carregar os ficheiros JavaScript, depois que o restante conteúdo do website é carregado. Sim, isso facilita-nos o processo de teste da real velocidade de carregamento de uma determinada.

Para o conseguir basta adicionar o seguinte código HTML5 ao seu JavaScript para ele ser apenas carregado depois de tudo o resto ser carregado na página web:

<script src=”/js/run_later.js” defer></script>

No entanto, às vezes, por um motivo ou por outro, temos mesmo de colocar o código script no nosso ficheiro HTML. Nesses casos conseguimos adiar o seu carregamento, colocando-o antes da etiqueta </body>:

function downloadJSAtOnload() {

var element = document.createElement(“script”);

element.src = “defer.js”;

document.body.appendChild(element);

}

if (window.addEventListener)

window.addEventListener(“load”, downloadJSAtOnload, false);

else if (window.attachEvent)

window.attachEvent(“onload”, downloadJSAtOnload);

else window.onload = downloadJSAtOnload;

 

CSS

Além do JavaScript também vai precisar de otimizar a entrega do código CSS para evitar que ele atrase o carregamento da página. Mostramos a seguir algumas formas que pode utilizar para o conseguir fazer com sucesso:

  1. Identifique corretamente os seus ficheiros CSS
  2. Diminua a quantidade de ficheiros CSS
  3. Utilize o menos possível código CSS
  4. Minimize sempre os seus ficheiros CSS
  5. Utilize SCSS para compilar CSS mais eficiente

Se mesmo assim, quiser melhorar o seu CSS pode consultar aqui um ótimo artigo sobre bloqueio de renderização criado por Ilya Grigorik que é um engenheiro de desempenho Web da própria Google.

Como o código CSS é um recurso que pode ser responsável pelo bloqueio de renderização, deve entrega-lo ao seu cliente sempre o mais “limpo” e rápido possível. Só dessa forma é que lhe conseguirá garantir a otimização do tempo de resposta relacionado com a primeira renderização!

 

3 – Minificação de recursos

Basicamente, o processo de minimização de recursos consiste em tentar remover o máximo possível de caracteres desnecessários do seu código HTML, JavaScript e CSS e que atrasão o carregamento das páginas web. Mostramos a seguir algum desse conteúdo, por vezes inútil e que interfere na velocidade de carregamento do seu website:

  • Espaços em branco;
  • Caracteres de novas linhas;
  • Comentários no código;
  • Delimitadores de blocos;

Pode parecer uma coisa insignificante, mas de facto, isso reduz significativamente o tempo de carregamento de uma página. Basicamente porque diminui a quantidade de código que deve ser solicitado ao servidor.

Para o conseguir, pode utilizar, por exemplo, ferramentas como o Dan’s CSS e o JavaScript Minify que conseguem remover todos os caracteres desnecessários do seu código. Ou então, se estiver a utilizar o WordPress, pode optar por um plugin como o Autoptimize, que por si só irá minimizar todo o seu código HTML, JavaScript e CSS sem grandes preocupações.

 

4 – Pedidos HTTP

Quando o seu navegador pede dados a um servidor de alojamento, recorre ao Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP). Basicamente é um protocolo de comunicação entre um sistema cliente e um host. Normalmente, quanto mais pedidos HTTP o seu servidor tiver de responder mais lenta será o tempo de carregamento da sua página.

Mas felizmente existem algumas formas de reduzir este numero de pedidos aos servidores. Listamos a seguir alguns dos métodos que são utilizados atualmente para tentar reduzir esse numero de pedidos de resposta, libertando o servidor e melhorando o tempo de carregamento das paáginas web:

  • Combinar ficheiros CSS e JavaScript
  • Colocar o código JavaScript “Inline” (só se for muito pequeno)
  • Utilizar CSS Sprites
  • Diminuir as funcionalidades (ex: menos plug-ins de terceiros)

 

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Lista de ferramentas de teste de velocidade do site

Agora que já tem uma ideia sobre os conceitos básicos relacionados com o desempenho dos websites, utilize uma das ferramentas gratuitas a seguir para testar a velocidade do seu site. Cada uma dessas ferramentas dispõe dos seus próprios recursos, relatórios e diferentes maneiras de dissecar os seus resultados.

Além disso, sempre que utiliza ferramentas como estas, também é importante perceber que a primeira consulta de DNS normalmente é mais lenta. Por isso, se estiver a comparar o tempo total de carregamento, é melhor executar vários testes para conseguir calcular uma média de todos os resultados.

 

1 – KeyCDN

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A KeyCDN possui uma ferramenta online, rápida e leve, que pode utilizar para testar a velocidade e obter informações detalhadas sobre o desempenho do seu site. Pode optar por escolher a origem do teste, entre 10 locais em todo o mundo. Também pode optar por tornar os resultados dos seus testes públicos ou privados.

O teste inclui uma análise em cascata e uma representação visual do seu site na parte inferior da ferramenta. Consegue identificar rapidamente quantos pedidos HTTP foram feitos ao servidor de alojamento, o tamanho total da página carregada e o tempo total que demorou a carregar.

Além do PageSpeed ​​é uma das poucas ferramentas que existem atualmente que é responsiva, ou seja, funciona muito bem em dispositivos móveis.

 

2 – Google PageSpeed ​​Insights

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O Google PageSpeed ​​Insights é uma ferramenta de teste de velocidade de wesites que os avalia numa escala de 1 a 100. Quanto maior o número, melhor otimizado está o seu site. Mas qualquer resultado acima de 85 indica já significa que o seu site tem um bom desempenho.

O PageSpeed ​gera relatórios quer para o desempenho do website quando utilizado no computador ou quando utilizado num equipamento móvel. Pode consultar nos resultados dos testes algumas recomendações de melhorias, como, por exemplo, a necessidade de minimizar o código CSS ou então a necessidade de otimizar algumas das suas imagens que atrasam o seu website.

Com o PageSpeed ​​Insights da Goole consegue melhorar o desempenho de uma página web, corrigindo alguns pormenores:

  • Tempo de carregamento da página até ao fim do ecrã: desde o momento em que um utilizador solicita uma nova página até ao momento em que o conteúdo até ao fim do ecrã é totalmente carregado pelo navegador.
  • Tempo de carregamento de toda a página: desde o momento em que um utilizador solicita uma nova página até ao momento em que a mesma é carregada totalmente pelo navegador.

Se consultar o relatório gerado para os equipamentos móveis, irá descobrir uma categoria adicional chamada “Experiência do utilizador”, que está incluída na pontuação final do seu website. A Google classifica o seu site com base na configuração da janela de visualização, no tamanho dos pontos de toque (botões e links) e nos tamanhos das fontes do seu site.

A equipa do PageSpeed ​​Insights também criou uma ferramenta de teste de velocidade que disponibilizou no site Think with Google. De facto, é um recurso interessante com bonitos relatórios que pode sempre enviar aos seus clientes.

 

3 – Solarwinds Pingdom

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Pingdom é provavelmente uma das ferramentas de teste de velocidade de sites mais conhecidas. Os seus relatórios são divididos em quatro sessões diferentes que incluem uma análise em cascata, teste de desempenho, análise de página e histórico.

A análise da página oferece uma ótima visão geral do website, com informações interessantes, como uma análise do tamanho, comparação dos recursos do alojamento com os do serviço CDN, o número de pedidos por domínio e o tipo de conteúdo que teve mais solicitações.

A ferramenta de teste de velocidade do Pingdom também permite que teste a velocidade do seu site em mais de 70 locais diferentes.

Os resultados de um teste de velocidade do Pingdom fornecem-nos dados sobre o desempenho, semelhantes ao Google PagesSpeed ​​Insights. Nos relatórios são descritas algumas tarefas que pode executar para conseguir melhorar o desempenho do seu site. Nos resultados também se classifica o tamanho da página por tipo de conteúdo, por domínio, tipo de pedido, conteúdo ou domínio.

 

4 – GTmetrix

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A ferramenta GTmetrix testa o seu website e atribui-lhe uma nota que varia entre F e A, onde F é a pior classificação e A a melhor. Os seus relatórios estão divididos em cinco sessões diferentes, incluindo métricas extraídas da ferramenta Lighthouse do próprio Google, detalhe em cascata, vídeo e histórico.

Com esta ferramenta gratuita, consegue testar o seu website em vários locais diferentes. Além disso, pode escolher com qual navegador Chrome ou Firefox pode testar o seu site. Também pode testar o desempenho do site com vários tipos de ligações possíveis para ver como se comporta quando é utilizado em diferentes ambientes.

Outros recursos avançados da ferramenta incluem, por exemplo, a reprodução de vídeo de forma a analisar onde a pagina bloqueia. Também pode testar o funcionamento da página com Adblock Plus ativo. Para conseguir utilizar algumas destas funcionalidades extra, tem de criar uma conta gratuita.

A partir de 2020, o GTmetrix substituiu as suas métricas YSlow e PageSpeed ​​por dados mais rigorosos da ferramenta Lighthouse do Google. O Lighthouse é normalmente considerado como o padrão para a melhoria do desempenho. Pode precisar de criar uma conta no Google, mas a maioria dos recursos são gratuitos.

Mas, se ganha a sua vida com a administração de websites, talvez seja boa ideia subscrever os recursos “premium” do GTmetrix. Dependendo do plano que escolher, pode utilizar a API, testar um determinado número de páginas num determinado período de tempo.

 

5 – WebPageTest

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WebPageTest é muito semelhante a algumas das ferramentas que já descrevemos. Possui mais de 40 locais e mais de 25 navegadores (incluindo telemóveis) que pode selecionar para testar o seu website. À semelhança da ferramenta anterior também atribui uma nota de F a A que é atribuida com base nos diferentes testes de desempenho, como FTTB, compressão, cache, utilização dum CDN, etc. O relatório final é dividido em seis sessões que incluem um resumo, os detalhes, a avaliação de desempenho, a análise de conteúdo, e algumas capturas do ecrã.

Além disso, também oferece uma funcionalidade única que a maioria das outras ferramentas não tem. Basicamente, executa uma primeira análise e depois volta a fazer outra análise de repetição. Isto serve sobretudo para nos ajudar a diagnosticar o facto de na primeira vez que abrimos um site o resultado normalmente é diferente das vezes seguintes, isto por causa dos registos de DNS.

Além disso, o WebPageTest também tem outros recursos mais avançados como, por exemplo, a captura de vídeo, a desativação de JavaScript, o facto de conseguir ignorar os certificados SSL e as falsificações de strings do agente do utilizador.

 

6 – UPTrends

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A Uptrends é outra ferramenta online que tem cerca de 226 locais diferentes que podemos escolher para executarmos o nosso teste de velocidade. Também tem a possibilidade de poder escolher se quer testar o site com um computador ou um equipamento móvel. Aliás, se quiser, pode até escolher o tamanho do ecrã ou então limitar a velocidade da ligação virtual pata descobrir como o seu site se comporta em dispositivos com varios tamanhos com velocidades de internet diferentes.

De facto, o Uptrends costumava ser um site bastante básico, mas ultimamente os seus criadores têm vindo a aumentar as suas ofertas. O relatório final que se obtém depois do teste está dividido em duas sessões, uma com uma análise em cascata e outra com grupos de domínio. Os grupos de domínio oferecem uma perspetiva única porque conseguem classificar os recursos com base nas suas diferentes fontes.

 

7 – Dotcom-monitor

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Com o Dotcom-monitor pode escolher entre 25 locais diferentes entre outras opções para executar os seus testes de velocidade. Possui algumas funcionalidades que não se conseguem encontrar em mais nenhuma ferramenta como o facto de se conseguirem executar todos os testes geográficos simultaneamente. Com isso, basicamente consegue-se poupar muito tempo, já que em todas as outras ferramentas é necessário testar individualmente cada um dos locais. Depois pode clicar em cada um dos relatórios para o consultar individualmente ou então abrir o relatório mais detalhado em cascata.

Os relatórios do Dotcom-monitor estão divididos em várias sessões, que incluem resumo, desempenho, gráfico em cascata (divisão), host e erros.

 

8 – Yellow Lab Tools

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O Yellow Lab Tools é uma das ferramentas mais recentes para testes de desempenho de websites desenvolvida por Gaël Métais. É uma ferramenta que nos fornece muitas informações sobre o desempenho do nosso site e que possui alguns recursos exclusivos que não encontramos noutras ferramentas.

Com esta ferramenta conseguimos descobrir, por exemplo, quando o código JavaScript interage com o conteúdo DOM durante o processo de carregamento de uma página. Também conseguimos identificar alguns problemas de validação relacionados com o código do website.

Esta ferramenta mostra-lhe a pontuação global do seu website com base nos seguintes parâmetros de classificação:

  • Peso da página
  • Pedidos ao servidor
  • Código JavaScript problemático
  • Código CSS problemático
  • Configuração do servidor

 

9 – Google Chrome DevTools

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E, claro, não podíamos deixar de falar do Google Chrome DevTools. Sim, apesar de não parecer, é uma ferramenta muito fácil de utilizar e com alguns recursos avançados. O melhor é que pode utiliza-la sempre que quiser. Basta para isso que no seu navegador Chrome clique nas seguintes teclas de atalho.

  • Windows: F12 ou também Ctrl + Shift + I
  • Mac: Cmd + Opt + I

Na opção de recurso de desempenho consegue descobrir facilmente o que consome mais tempo e recursos. Os detalhes relacionados com o desempenho podem ser classificados de muitas maneiras, como, por exemplo, por horário, atividade e origem. No ecrã de “Desempenho”, pressione as teclas Ctrl+E (Cmd+E) e, em seguida, Ctrl+R(Cmd+R) para atualizar a página. Com isso irá registar o desempenho da página durante o tempo que definiu r depois só tem de clicar em Stop para poder avaliar os resultados.

Com esta ferramenta, pode ver exatamente o tempo “DOMContentLoaded” e o tempo total de carregamento. Para o conseguir basta clicar no ecrã “Rede”, e depois na opção “Mostrar Visão Geral” e finalmente pressionar as teclas Ctrl + R (Cmd + R) para atualizar a página. Irá aparecer uma linha azul para DOMContentLoaded e uma linha vermelha para o tempo total de carregamento. Normalmente, tudo o que resta ou toca a linha azul são ativos que bloqueiam o DOM ou também chamados de recursos de bloqueio de renderização.

 

10 – Sucuri

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O Sucuri Load Time Tester é uma ferramenta online que de forma rápida e fácil consegue testar o desempenho dos seus sites em todo o mundo. À semelhança das anteriores, é-lhe atribuída uma nota de desempenho global, de A a F. Basicamente, o teste mede quanto tempo demora a carregar totalmente a página do seu site. Um dos valores a que devemos estar atentos é o relacionado com o “tempo até o primeiro byte”, que nos indica quanto tempo demorou para que o conteúdo fosse enviado de volta ao navegador a quando do processamento da página.

 

11 – Pagelocity

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A ferramenta Pagelocity possui uma abordagem única quando se trata de um teste de velocidade de um site. Atribui uma pontuação total de 100, com base em fatores como presença nas redes sociais, SEO, recursos e código. A ferramenta também tem a possibilidade de analisar os seus concorrentes. Pode inscrever-se com uma conta gratuita e assim usufruir dos recursos adicionais. A visualização do código é especialmente interessante, porque nos mostra se o seu site é executado em HTTPS, qual é o seu TTFB. Possui uma interface gráfica com os seus elementos DOM e um gráfico de barras.

A visualização de recursos também é bastante interessante, porque pode ver rapidamente quais são os ativos responsáveis pelo peso total da sua página.

 

Conclusões Finais

De facto, existem várias ferramentas de teste de velocidade que podemos utilizar para analisarmos facilmente os nossos sites. Cada uma dessas ferramentas tem os seus próprios recursos exclusivos, conforme tentamos mostrar neste artigo.

Sim, é muito boa ideia testar regularmente o seu site e estabelecer uma referência para que, com o tempo, possa fazer as melhorias necessárias para manter sempre com o melhor desempenho.

Depois de conhecer os principais problemas de desempenho do seu site, já pode começar a corrigi-los. Quase todas as ferramentas que descrevemos neste artigo fazem recomendações de melhoria para implementar no seu site.

Algumas dessas correções mais comuns passam, por exemplo, por compactar as suas imagens e ficheiros, escolher um serviço de alojamento mais rápido, otimizar o código e os scripts, utilizar um sistema CDN e um sistema de cache, ou então reduzir o número de solicitações HTTP.

Tabela de conteúdo

António Almeida

António Almeida

Licenciado em engenharia Informático e Telecomunicações, mestre em Sistemas e Tecnologias de Informação e doutorando em Informática é um apaixonado por todo o tipo de tecnologia. Apostava na troca de informações e acaba de criar uma rede de informáticos especialistas interessados em tecnologia.

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